BYD Dolphin Mini GL 2027 ganha nova cor, mas mantém configuração inalterada

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A BYD colocou o Dolphin Mini GL na linha 2027, mas a mudança na versão de entrada é discreta: além de manter a configuração inalterada, o modelo passa a ser oferecido com a pintura cinza metálica. A novidade foi identificada em concessionários consultados na região de São Paulo, enquanto a marca ainda não havia feito um anúncio oficial até o fechamento da apuração.

BYD Dolphin Mini GL 2027 ganha nova cor, mas mantém configuração inalterada

Nas lojas, o GL também aparece à venda para pessoa física por R$ 110 mil, com entrega entre 15 e 19 dias úteis. A atualização ajuda a diferenciar a versão mais barata do Dolphin Mini em relação ao GS, que recebeu outras mudanças na linha 2027, como pneus Pirelli, aerofólio traseiro e opção de interior cinza nas unidades com a nova pintura.

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O que muda no Dolphin Mini GL 2027

Mesmo com a chegada da linha 2027, o Dolphin Mini GL segue com a proposta já conhecida. Ele mantém a bateria menor, uma lista de equipamentos mais enxuta e o conjunto mecânico já usado antes. A principal alteração visível é a nova cor cinza metálica, que já era conhecida em outros modelos da BYD, como King e Song.

Em dimensões, GL e GS continuam iguais. O elétrico mede 3,78 metros de comprimento, 1,71 m de largura, 1,58 m de altura e tem 2,50 m de entre-eixos. O porta-malas traseiro leva 230 litros, o vão livre do solo é de 155 mm e o raio de giro é de 4,95 metros.

Diferenças em relação ao GS

A diferença entre as versões aparece sobretudo no peso e na bateria. O GL pesa 1.165 kg em ordem de marcha, enquanto o GS chega a 1.239 kg, diferença de 74 kg atribuída principalmente ao conjunto de baterias maior. O peso bruto total também muda, de 1.575 para 1.655 kg.

As duas versões usam o mesmo motor elétrico síncrono de ímã permanente no eixo dianteiro, com 75 cv e 13,8 kgfm de torque, sempre com transmissão de relação única. A BYD informa 0 a 100 km/h em 14,9 segundos e velocidade máxima de 130 km/h para ambas. A suspensão usa esquema McPherson na dianteira e eixo de torção atrás, com freios a disco nas quatro rodas.

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Bateria, recarga e autonomia

O Dolphin Mini GL usa a Blade Battery com química LFP e conjunto de 30,08 kWh. Já o GS tem bateria de 38 kWh. Essa diferença explica o salto de autonomia, que vai de 224 km no GL para 280 km no GS, sempre pelo Inmetro.

Em corrente alternada, as duas versões contam com carregador embarcado de 6,6 kW e conector Tipo 2. Já em corrente contínua, a entrada CCS2 aceita até 30 kW no GL e 40 kW no GS. O modelo também oferece V2L, recurso que permite alimentar aparelhos externos com energia da bateria de tração.

Momento positivo no mercado brasileiro

A atualização chega em um momento de forte desempenho do Dolphin Mini no Brasil. Em setembro, o hatch registrou 9.385 emplacamentos e terminou como o terceiro veículo mais vendido do país, atrás apenas de Fiat Strada e Volkswagen Polo. Foi a primeira vez que o elétrico apareceu no pódio geral de vendas do mercado brasileiro.

No acumulado de janeiro a setembro, o modelo já soma mais de 60 mil unidades. Nas vendas ao consumidor final, também liderou o varejo brasileiro em setembro, com 5.886 unidades.

Apesar disso, a BYD ainda não havia confirmado oficialmente as mudanças informadas pela rede de concessionários consultada e pelas publicações de consultores da marca nas redes sociais.

Fonte: Motor1

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