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BYD confirma produção do SUV Song Plus no Brasil, mas sem data definida para início

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A BYD mantém o Song Plus nos planos de produção em Camaçari (BA), mas o SUV segue sem data definida para começar a ser fabricado no Brasil. O modelo foi anunciado em janeiro para ganhar linha nacional ainda em 2026, porém a prioridade dada ao Atto 2 mudou a ordem dos projetos da fábrica.

BYD confirma produção do SUV Song Plus no Brasil, mas sem data definida para início

Durante visita ao complexo baiano, executivos da marca reforçaram que a nacionalização do Song Plus continua prevista, embora sem novo calendário. Segundo Henrique Antunes, diretor da BYD do Brasil, a seleção dos carros produzidos localmente passa por análise de mercado, potencial de volume e oportunidade comercial, em vez de uma imposição direta da matriz chinesa.

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Prioridade mudou, mas o projeto segue vivo

No anúncio feito em janeiro, o Song Plus aparecia como o quarto modelo a ser feito em Camaçari, quando a planta ainda montava Dolphin Mini, King e Song Pro. Depois, a operação brasileira conseguiu aprovar o investimento necessário para o Atto 2, visto internamente como uma oportunidade maior em volume, o que acabou adiantando o SUV menor na fila.

A BYD também não trata a mudança como cancelamento. A empresa afirma que todo modelo com volume relevante faz sentido para a operação brasileira, inclusive aqueles que já saíram do mercado chinês. Enquanto a produção local não começa, o Song Plus continua vindo importado da China para o Brasil e para outros mercados, como o europeu.

O que mudou na linha do Song Plus

Desde o anúncio inicial, o SUV passou por mudanças em visual e mecânica na linha 2027. A antiga configuração com motor 1.5 aspirado deu lugar ao conjunto 1.5 turbo já usado no Premium. A potência combinada passou de 235 para 239 cv, enquanto a bateria subiu de 18,3 kWh para 26,6 kWh.

Com isso, a autonomia elétrica medida pelo Inmetro aumentou de 68 para 99 km. A BYD também declara alcance total de até 1.150 km. A bateria maior aceita recarga rápida em corrente contínua de até 18 kW, com tempo informado de 55 minutos para ir de 30% a 80%.

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Mesmo assim, o Song Plus segue com apenas um motor elétrico e tração dianteira. Já o Premium usa um segundo propulsor no eixo traseiro e tração integral. O preço da versão mais barata permaneceu em R$ 249.990.

Como a versão citada no anúncio de janeiro já não existe exatamente da mesma forma, ainda não está definido qual configuração será escolhida para a produção nacional. Antunes indicou que, no futuro, a linha híbrida feita no país deve receber tecnologia flex, seguindo o caminho já iniciado por Song Pro e Atto 2.

Fonte: Motor1

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