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BYD Dolphin Mini GS 2027: líder de vendas no Brasil destaca qualidades e pontos a considerar antes da compra

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O BYD Dolphin Mini GS 2027 segue como um dos carros elétricos mais comentados do mercado brasileiro, e a força do modelo aparece no varejo: entre janeiro e setembro de 2026, ele somou mais de 46 mil emplacamentos e liderou as vendas nessa modalidade no país. Na faixa de R$ 119.990, o hatch ganhou destaque por unir bom aproveitamento de espaço, pacote razoável de equipamentos e autonomia que, em uso urbano, pode superar a marca declarada pela fabricante.

BYD Dolphin Mini GS 2027: líder de vendas no Brasil destaca qualidades e pontos a considerar antes da compra

Ao mesmo tempo, o teste divulgado pela Autoesporte também aponta pontos que merecem atenção antes da compra. O desempenho é voltado à cidade, o porta-malas é pequeno e o carro não traz estepe. Além disso, o isolamento acústico e algumas economias de projeto ajudam a explicar o posicionamento do modelo, que aposta em custo mais acessível dentro da linha elétrica da BYD.

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O que o Dolphin Mini entrega

O Dolphin Mini mede 3,78 metros de comprimento, 1,72 m de largura, 1,58 m de altura e 2,50 m de entre-eixos. Na prática, o espaço traseiro é um dos argumentos mais fortes do carro, com assoalho plano e boa área para as pernas e a cabeça. Segundo a avaliação publicada, até ocupantes com cerca de 1,80 m conseguem viajar sem grande aperto atrás.

A bateria Blade tem 38 kWh e, pelo PBEV, a autonomia máxima informada é de 280 km. No teste relatado, porém, o carro chegou a projetar 300 km no computador de bordo em uso predominantemente urbano. A recarga pode levar cerca de 30 minutos de 30% a 80% em carregadores rápidos de 40 kW (DC) e aproximadamente 6 horas em carregadores de até 6,6 kW (AC).

A cabine também chama atenção pelo acabamento, com materiais de toque macio em parte do painel e do console, além de bancos em couro sintético. A lista inclui freio de estacionamento eletrônico, seis airbags, controle de cruzeiro, câmera de ré, sensores traseiros, ajuste elétrico do banco do motorista, central multimídia de 10,1 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e quadro de instrumentos digital de 7 polegadas.

Os pontos de atenção antes da compra

Nem tudo, porém, joga a favor do compacto elétrico. A Autoesporte registrou aceleração de 0 a 40 km/h em 2,6 s, mas o 0 a 100 km/h levou 14,5 s, com velocidade máxima de 130 km/h. O conjunto usa motor elétrico dianteiro de 75 cv e 13,8 kgfm, e a matéria aponta que a falta de elasticidade fica mais evidente em velocidades mais altas, especialmente fora da cidade.

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Há ainda o porta-malas de 230 litros, sem tampa de cobertura, e a ausência de estepe. No compartimento traseiro, o carro leva apenas kit de reparo de pneu e carregador emergencial. A publicação também cita outras economias de projeto, como um único limpador de para-brisa dianteiro, ausência de limpador traseiro, falta de luz de cortesia no teto traseiro e banco traseiro não bipartido.

Na parte dinâmica, a frenagem foi um dos destaques positivos: o carro parou em 39,9 m ao frear de 100 km/h. A publicação atribui esse resultado aos freios a disco ventilados na dianteira e sólidos na traseira, além do acerto progressivo do pedal. Outro ajuste da linha 2027 foi a troca dos pneus Hankook 175/55 R16 pelos Pirelli Cinturato P6 185/55, com 10 mm a mais de largura e oferta maior no mercado de reposição.

Vale observar o conjunto antes de decidir

O retrato do Dolphin Mini GS 2027 é de um elétrico que aposta em espaço interno, eficiência no uso urbano e pacote de equipamentos para justificar o sucesso comercial. Ao mesmo tempo, o desempenho em estrada, a ausência de estepe e o porta-malas limitado ajudam a explicar por que a compra merece ser avaliada com cuidado, especialmente por quem pensa em usar o carro fora da rotina urbana.

Fonte: AutoEsporte

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