O Summit Futuro da Mobilidade 2026, realizado em São Paulo, trouxe à tona discussões sobre os desafios e oportunidades para a indústria automotiva brasileira se tornar mais tecnológica e conectada. O painel de encerramento, mediado por Marli Olmos, do Valor Econômico, contou com a presença de executivos de destaque, como Diego Fernandes (GWM), Gustavo Schmidt (GAC Brasil), Marcus Vinicius Aguiar (Anfavea) e Mauro Correia (HPE Brasil).

Desafios da Indústria Automotiva Brasileira
Os participantes do painel discutiram a necessidade de um polo industrial forte e competitivo, especialmente em um cenário de crescimento da eletrificação e novas tecnologias. Diego Fernandes, da GWM, destacou a importância de envolver toda a cadeia produtiva, desde montadoras até fornecedores, para que a indústria brasileira possa se adaptar às novas demandas do mercado.
Oportunidades de Desenvolvimento Local
Gustavo Schmidt, da GAC, acredita que o Brasil possui um mercado propício para o desenvolvimento de tecnologias automotivas. Ele mencionou a parceria da GAC com a HPE, que permitirá a montagem de veículos no Brasil a partir do final deste ano. Marcus Vinicius Aguiar, da Anfavea, ressaltou que a indústria deve avançar em áreas como biocombustíveis e digitalização para competir com a China.
Troca de Tecnologias e Inovação
Mauro Correia, da HPE, enfatizou a força da cadeia nacional e a importância da troca de tecnologias entre empresas brasileiras e estrangeiras. Ele mencionou que a parceria entre a GAC e a HPE resultará na produção de veículos em Catalão (GO) entre o final de 2026 e o início de 2027.
O Futuro da Indústria Automotiva
Os painelistas concordaram que a oferta tecnológica será um diferencial para as marcas que desejam se destacar no Brasil. A eletrificação e a compreensão do perfil do consumidor também foram apontadas como fatores cruciais para a relevância das montadoras no mercado.


