A Toyota confirmou que a próxima geração do Corolla vai estrear uma plataforma inédita, criada para acomodar versões a gasolina, híbridas e elétricas na mesma base. A marca chama a arquitetura de “plataforma de múltiplos caminhos”, e diz que ela sucederá a atual TNGA com um conjunto único de componentes para praticamente todas as aplicações do modelo.

Além da mudança estrutural, a fabricante promete um Corolla mais eficiente. O novo sistema híbrido será baseado em um motor 1.5 de quatro cilindros, em configurações aspirada e turbo, combinado a motores elétricos e eletrônica de potência mais leves e compactos. Segundo as estimativas citadas pela marca, o conjunto poderá ser cerca de 15% mais econômico que o atual equivalente.
O que a nova plataforma muda no Corolla
Na prática, a nova base foi pensada para simplificar desenvolvimento e produção, além de facilitar a adaptação das fábricas a diferentes volumes e tipos de motorização conforme a demanda regional. A Toyota afirma que o novo Corolla terá versões híbrida plena (HEV), híbrida plug-in (PHEV) e elétrica (BEV), além de opções sem eletrificação em alguns mercados.
A mudança também deve alcançar o Corolla Cross, que já está em desenvolvimento sobre a mesma plataforma, embora a fonte não detalhe especificações do SUV. No caso do sedã, a estreia das versões a gasolina e híbridas virá antes da variante elétrica.
Design mais agressivo e estreia escalonada
No visual, o Corolla de 13ª geração terá inspiração no conceito mostrado em 2025 no Salão de Tóquio. A dianteira deve trazer faróis com assinatura luminosa inédita, LEDs verticais no para-choque, barra horizontal com elementos pixelados e luzes principais recortadas junto ao capô. A traseira terá formato retangular e lanternas interligadas com o nome Corolla em destaque.
De acordo com a notícia-fonte, a apresentação acontecerá primeiro no Japão, com vendas a partir de 2027. Já a produção da versão elétrica está prevista para a China em 2028, em parceria com o grupo estatal FAW. Para essa variante, a estimativa divulgada é de aproximadamente 400 km de autonomia.
O lançamento brasileiro é tratado apenas como expectativa, já que a fonte não confirma prazos para o país.
Fonte: AutoEsporte
