Novo BYD Dolphin Mini é lançado na China com preço a partir de R$ 49,4 mil e chega ao Brasil em 2028

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A BYD lançou na China a nova geração do Dolphin Mini, vendido no mercado local como Seagull, com preço inicial de 65.900 yuans — cerca de R$ 49,4 mil em conversão direta. O hatch ficou maior, passou a oferecer até cinco versões e ganhou mais equipamentos, mas a recarga Flash ficou reservada às três configurações mais caras.

Novo BYD Dolphin Mini é lançado na China com preço a partir de R$ 49,4 mil e chega ao Brasil em 2028

O modelo também mudou de porte: agora mede 4,20 m de comprimento, 1,81 m de largura e 1,57 m de altura, com entre-eixos de 2,65 m. Em relação à geração anterior, são 42,5 cm a mais no comprimento e 15 cm extras entre os eixos. A BYD informou ainda que o carro passa a ter cinco lugares e deixa de ser um subcompacto para se aproximar de rivais como o Geely EX2 no mercado chinês.

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Preços, baterias e recarga

A linha começa com duas versões equipadas com bateria de 30,1 kWh e autonomia de 320 km, sempre no ciclo chinês CLTC. As três opções superiores usam bateria de 39,2 kWh, com alcance de 420 km, e são justamente as que recebem o sistema Flash Charging.

Segundo a BYD, a tecnologia recupera a carga de 10% a 70% em cinco minutos e de 10% a 97% em nove minutos, desde que o carro esteja conectado a uma estação compatível. A versão mais cara chega a 99.900 yuans, cerca de R$ 74,9 mil, enquanto a primeira com recarga rápida custa 75.900 yuans, ou aproximadamente R$ 56,9 mil.

Interior, motores e itens de segurança

Por dentro, a mudança mais visível é a ausência do quadro de instrumentos atrás do volante, com as informações concentradas na central de 15,6 polegadas. O sistema é o DiLink 150, com integração à inteligência artificial DeepSeek. A cabine também ganhou painel mais horizontal e console elevado com espaço para celular, porta-copos e apoio de braço, sem abrir mão de botões físicos abaixo das saídas centrais de ar.

O novo Dolphin Mini oferece motores de 85 kW ou 95 kW, equivalentes a cerca de 116 cv e 129 cv, ambos com 13,3 kgfm. O conjunto foi para o eixo traseiro e trabalha com suspensão traseira independente multibraço. Entre os destaques, o hatch pode trazer bancos dianteiros com ajustes elétricos, aquecimento, ventilação e massagem para o motorista, além de carregador por indução de 50 W, iluminação ambiente com 127 cores, som com oito alto-falantes e até seis airbags.

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No Brasil, a expectativa é de que essa nova geração chegue apenas por volta de 2028, convivendo com o Dolphin Mini atual e com o híbrido GT. Em julho, Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD, já havia indicado que o modelo será vendido ao lado do carro produzido na fábrica baiana. Ainda não há preços nem versões confirmados para o mercado brasileiro.

O que muda no desenho

Visualmente, o hatch mantém traços conhecidos, mas com carroceria maior, faróis mais estreitos e lanternas separadas. A placa foi reposicionada para o para-choque, e a traseira recebeu aerofólio e novos recortes. O porta-malas dianteiro passa a ter 94 litros, enquanto o compartimento traseiro pode chegar a 1.380 litros com os bancos rebatidos.

Fonte: Motor1

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